Citação com indignação
-- Che Guevara
(mais vale escrever assim ...tudo sem pontos nem virgulas nem nada ...:( )


a pedido de várias famílias...
deixei-me de cores nos textos :)
pelo menos por enquanto -------------
agora vai ser só preto e branco...:( vá lá uma corzita de vez em quando se não me levarem a mal ....



VIDA QUE ESCORRE POR ALI...
Vou sentar-me ali!
Ali naquele banco vazio , que de confortável nada parece ter ... mas ali irei ficar.
Olhando a vida a correr em mim , feita duma água que se pode beber. Quando tiver de matar a sede, quase não terei de me mexer.
Vou sentar-me ali, naquele banco de pau, que por lá ficou esquecido, junto a uma fonte que jorra gotas de vida.
Espera por mim certamente... aquele banco vazio, espera que lhe afague os braços de ferro frio, e com calor, saciarei a esta minha sede de vida.
Vida que escorre numa fonte de água, ali mesmo mesmo ao seu lado...
Quando lá chegar, vou sentar-me nesse banco, mesmo sem ele me convidar.
Ficarei deitada ao Sol , para que me dê luz , beberei a água que escorre, para que me dê fôlego, e assim poderei ficar , eternamente sem mais nada esperar.
Apenas a contemplar a vida que corre de torneiras de bronze, e baila com os raios de Sol.
Farei de ti a minha casa, sei que me acolhes nesse teu tampo gasto, feito de pau.
Sei que me abraças, nesses frescos braços de ferro. Pareces forte, daqui pareces !
Vou-me sentar aí ! E por aí , certamente irei ficar , ouvindo o cair da água , fechando os olhos para a ver dançar.
Ficarei de guarda à fonte, para nunca a deixar secar !
Teresa Maria Queiroz/ Junho 2009 foto gentilmente cedida por Corrado Baratta
publicado no blog : nem só palavras


| Is There A Time For Keeping A Distance | |
| A time to turn your eyes away | |
| Is there a time for keeping your head down | |
| For getting on with your day | |
| Is there a time for kohl and lipstick | |
| A time for cutting hair | |
| Is there a time for high street shopping | |
| To find the right dress to wear | |
| Here she comes | |
| Heads turn around | |
| Here she comes | |
| To take her crown | |
| Is there a time to walk for cover | |
| A time for kiss and tell | |
| Is there a time for different colors | |
| Different names you find it hard to spell | |
| Is there a time for first communion | |
| A time for east 17 | |
| Is there a time to turn the mecca | |
| Is there a time to be a beauty queen | |
| Here she comes | |
| Beauty plays the crown | |
| Here she comes | |
| Surreal in her crown | |
Luísa saiu de casa do Hugo, já passada a hora de jantar, tinham estado horas e horas, a rever documentos e listagens, não lhe apetecia lá ficar e repartir um frango mal assado, mais uma vez.
Sentou-se no carro, olhou e sentiu um cheiro que lhe desagradou, cheirava a tabaco de tantos cigarros fumados ali. No chão alguns papéis, folhas, pauzinhos, bocados de terra, jornais oferecidos nos sinais de trânsito já meio desfeitos e outros objectos não identificados. Luísa cuidava do carro como cuidava da alma.
+++--
Olhou o vidro meio manchado e decidiu que não iria aquecer outra vez uma refeição congelada no micro ondas lá de casa.
Olhou para o telemóvel deitado em cima do banco, para quem poderia ligar? Quem poderia estar assim, tal como ela sem vontade de comida que não se come?
Sentado dentro dum carro infecto…?
Passou em revista os contactos que tinha gravado, muitos deles já não conseguia identificar, olhou mais uma vez….
O Filipe!
O que estaria a fazer o Filipe? Já não estava com ele desde o Verão passado ….
-Olá!... Como estás tu Filipe? Já não falamos, há tanto tempo….
Sorria enquanto falava lembrando o barulho do mar, lembrando o amanhecer, daquele dia, naquele verão.
-Olá Luísa! Estava longe de te ouvir! Onde estás?
-Estou aqui perto de ti, estou a sair de Carnaxide, estive com um colega até agora a rever listagens … e tu? …. Onde andas?
-Em Cascais, estou dentro do carro, à porta de casa dum amigo…vamos jantar por aí os dois… porque não vens também…?
Luísa soltou uma gargalhada, que Filipe não percebeu, afinal não estava sozinha no clube dos solitários de alma mal cuidada, sentados sozinhos dentro de carros infectos!
-E vão onde …? Eu ainda demoro um bocadinho a chegar …
-vamos aos franguinhos em Cascais, sabes onde é?
-Sim, sei, está bem então vou lá ter …
Conduziu o carro sem pressa de ir, quem seria o amigo do Filipe?
Filipe só se ria enquanto falava com ela ao telefone … bom, melhor que lasanha do hipermercado seria certamente, os franguinhos de Cascais.
O Filipe, que pelo que lhe pareceu estava igual a si próprio, esperava que o amigo não fosse de muita cerimónia, estava cansada e não lhe apetecia fazer “sala”, mas sim umas gargalhadas parvas, de coisas que nada queriam dizer…veremos.
-Cheguei a Cascais! Estacionei mesmo aqui ao cimo da rua, já te vejo!
Luísa entrou num restaurante, cheio de luz, demasiada luz.
O chão estava escorregadio, devia ser da gordura dos frangos transformada em fumo e que sem se ver, caia no chão.
Olhou em volta, numa mesa ao canto, um grupo de alemães com um monte de cervejas, umas já bebidas outras a meio… sem saber porquê, fingiu que não os estava a ver, aos dois, o Filipe de frente o amigo de costas para ela.
Sorrio quando decidiu olhar para o Filipe que já se levantava para as boas vindas.
Sentou-se com à vontade na mesa deles, começaram as apresentações, sempre iguais, Luísa reparou que já estavam no fim da refeição…
Pediu o que estavam a beber e qualquer coisa para ir matando a fome.
Olhou para César, disfarçando reparava nos pormenores, careca, uma pequena pulseira de couro num dos pulsos, o que lhe conferia desde logo, uma juventude de couros, tranças, missangas e afins… óculos leves, um sorriso tímido, bebia rapidamente, pareceu-lhe inquieto.
Luísa para esconder tudo em que reparava, falava depressa e contava coisas sem mito interesse, imediatamente desviou a atenção que deveria dar a Filipe.
Aquela pulseira juntamente com aquele ar de alguém que está só, era mágica, reparava assim, em todos os gestos de César.
Terminado o jantar, certamente não se ficaria por ali.
-Onde vamos agora? Perguntava Filipe…
-A qualquer lado quentinho! Porque estou a morrer de frio!
Luísa queria continuar a observar César…
Escolheram uma mesa na esplanada dum bar conhecido e no centro de Cascais.
Estava frio, as cadeiras molhadas, mas não se pode beber sem fumar…por isso valia o sacrifício, e todos fumavam desalmadamente, cada um com os seus misteriosos motivos.
César contou um pouco da sua recente história, igual a tantas, um divórcio onde foi trocado por um coxo, meio louco, mudança de casa para Cascais, mudança de vida…
Filipe ia tentando captar a atenção de Luísa, sem sucesso.
Riam-se do ridículo de toda a história. Mas no fundo dos lhos de César, Luísa via um sinal de grande desilusão.
Ingredientes perfeitos para que o interesse em César, aumentasse cada vez mais dentro da sua razão.
Luísa era assim, vivia num, desassossego, queria ter alma e viver de repente, queria tratar de outras alma que não a dela, essa, ela não sabia cuidar. Já de si era confusa essa forma de estar, e era sempre atraída pelo que não decifrava com facilidade.
De pensamentos sempre demasiado rápidos, encontrou grandes semelhanças entro o Luís e o César, e como sempre acontece quando se sofre de despeito, era perfeito.
O “substituto” ideal! Brrr que mal lhe soou, dentro da sua cabeça.
César parecido com Luís, em tanta coisa.
Mas o Luís, seria sempre o Luís mesmo em parte incerta … insubstituível….ou não…
César e Luísa combinaram uma ida ao cinema já na próxima segunda feira
Combinaram, mas ao cinema nunca foram ….
Filipe falava e ninguém o ouvia.
Já noite alta, andavam os três pelas ruas de Cascais, dizendo coisas à toa rindo por todo e por nada.
Luísa e César, encontraram-se no fim-de-semana seguinte.
Em cascais, num bar de ingleses.
César contou-lhe que tinha uma espécie de namorada, Luísa viu todas as expectativas desfeitas no gelo da bebida, e pensou que o romance que nunca começava, terminaria ali.
Sempre com um ar despreocupado encorajou César a contar a sua história, era boa ouvinte, isso, era…
Separação recente, já sabia… namorada assim tão rapidamente, normal nos homens, pensou…
Tudo tranquilo, até saber que a espécie de namorada, era Stripper…. Luísa não tinha nada contra Stripper s, mas, pareceu-lhe tudo tão bizarro…
Luísa não iria “competir” com uma Stripper , que chegou do Brasil, com um curso de Psicologia por terminar, e que ganhava dinheiro dançando semi-nua num varão, para mandar o ganho para a família. Luísa nunca tinha aprendido a dançar no varão….
Que história tão vulgar, mas que a encantava, só pelo insólito de sem saber como, começar ela própria a estar metida naquele meio. Fascinante e bizarro.
Jantou durante semanas com César, falavam até de madrugada.
Contavam tudo um ao outro, passavam horas de mãos dadas, abraçavam-se com força, beijavam-se na despedida, as conversas eram intermináveis…. Até há hora marcada pela Stripper.
Hora em que terminava o show.
Hora em que César tinha que seguir caminho em excesso de velocidade, só para ficar a falar com Luísa, até ao último minuto.
César, iria fazer uma viagem com a Stripper ao Brasil, iam visitar a família dela , segundo ele essas férias estavam a ser a razão da vida dele, precisava delas para seguir vivo.
Não pelo gosto de viajar com a Stripper , que segundo horas de conversa, estava claro que a Stripper nada tinha a ver com César, e não era mais que uma companhia sexual, ou algo assim..
Mas sim, pela oportunidade que César teria de fazer uma viagem grande, e conhecer o Brasil de lés a lés. Pois a espécie de namorada, ao que parecia, tinha família por todo o lado naquele imenso Brasil.
César dizia tantas vezes, e de várias formas, a Luísa, que depois desse mês e meio de férias, tudo mudaria na sua vida. Tudo mudaria na vida deles.
Sem saber que o estava a fazer, ou sabendo, pedia a Luísa para esperar por ele… porque ele iria voltar, e voltaria novo.
Um César novo, aquele que sempre foi e que agora não era.
Dizia-lhe que nunca tinha sentido por ninguém o que estava a sentir por Luísa, e não sabia identificar o que era, isso assustava-o e prendia-o a ela … dizia-lhe que tinha medo de lhe abrir a sua “caixa de pandora”, dizia-lhe que precisava dela, pedia a Luísa para esperar pelo fim do ano.
Luísa acreditando, e sentindo-se confusa, dizia a César que sim, que esperava pelo ano que aí vinha.
Esperaria pelo fim das férias de César. Não sabia pelo que esperava, mas ira esperar.
Esperava por um César novo, quando era aquele César que a começava a apaixonar Luísa nunca se entendia.
Numa estação se serviço, uma das noites que César ia a correr buscar a sua Stripper brasileira, comprou tabaco para os dois, como sempre fazia.
Aproximou-se devagar, da janela aberta do carro de Luísa, beijou-a como nunca a tinha beijado antes, e quase sussurrando disse-lhe:
- Não me esqueças nunca…Luísa, eu volto, e volto outro…. Espera até ao ano novo, que já está a chegar - Sorria-lhe, e os seus olhos espelhavam o pedido…
Depois partiu no seu jipe, em excesso de velocidade, ao encontro da sua Stripper…
Luísa, ficou parada a olhar o lixo espalhado dentro do carro, e resolveu esperar.
Antes da partida de César, para a sua viagem alucinante, Luísa ofereceu-lhe uma caixa de cartão cheia de beijos lá dentro, e fez com que César lhe prometesse, que todos os dias, tiraria um beijo … só para ele ….
César mandava mensagens do Brasil, dizendo que já tinha tirado o seu beijo do dia ….
Luísa esperava, esperando sem saber porquê.
Passaram os meses, e as férias …
César voltou.
Já casado com a Stripper brasileira, que passou de repente a ter nome, mas do qual, Luísa nunca se consegue lembrar.








O ruído da voz que seduz, o odor de paixão envolto em ofuscadas faíscas de sedução.
Caminhas.
Deixas que tropeçem em ti, e acaricías na sombra.
Amas sem saber amar, vives ou pensas viver...com a impressão de impressionares.
Seduzes com abraços quentes, com palavras ditas, e com mãos de mágico...de tão perfeito assustas.
Fascinando...mascarado do que quiseres, adaptado a tudo.
Frágil quando tem que ser, forte para pensares proteger, assim seduzes...sem nunca te deixares ver.
Assim te moves, mascaras-te sem nunca te conheceres, pensando num eu que não és.
Seduzes, envolvido nessa cor que emanas e que brilha só quando queres, deixas que tropecem em ti, ofuscas assim quem tu quiseres.
Assim te moves sedutor...
Com disfarçadas máscaras de amor.
Assim te ouvem num ruído de voz arrasador, assim te beijam com beijos inundados de tanto amor.
Seguro de ti sedutor, inseguro de ti meu amor...
Só assim seguro dum tu, que sabes não ser, assim te movimentas brincando com quem seduzes.
E não amando quem te ama, não beijas quem te beija.
Sem nunca saberes amar...sem nunca te amares a ti...assim, te movimentas, envolto nos raios de luz fosca, com sombras de mistério.
Fascinas quem tropeça em ti...acariciando corpos, procurando almas sedentas de amor.
Insubstituível, te tornas, meu perigoso sedutor.
Sem amar, brincas ao jogo do amor.
Jogando o jogo mais perigoso, sempre sairás vencedor, elevando tudo...um dia partirás sem nada...
Sem o teu amor, partirás...deixando rastos de dor que não sentes.
Sedutor de tudo, nunca te seduzes a ti, sedutor...
Continuas a deixar que tropecem em ti, meu fosco e radioso sedutor, sem amor...



Não querer falar e guardar o momento como uma jóia rara.
Para sempre !
Medo...
Medo de te perder
para sempre...
Não fazer nada
para nada estragar
Para não te partir!
Guardar
Guardar como uma jóia
Com medo
Medo de te perder
Não falar
Não pedir...
Sempre com medo
Medo de mim
Medo de não saber de ti
Medo de te perder para sempre
Guardar o momento
Como uma jóia que se guarda sempre e
para sempre.
teresa (2004)




Cientificamente provado!
Cientificamente estudado que o amor não pode existir!
Concluíram assim os estudiosos, que debruçados num caso sem solução, inventam substâncias injectáveis para controlar qualquer idílico estado de paixão, que perigosamente, se pode transformar em amor.
Cientificamente provado que o amor não existe, por não poder ser explicado, decretaram assim.
Que não sentiríamos mais, tudo aquilo que nos faz mover, que nos faz comer ou beber, e que de amor e paixão já ninguém, nunca mais, pode sofrer e muito menos morrer!
Está proibido.
Decretaram assim cientistas, que com injectáveis substância nos vão por a levitar, por paragens estranhas e irreais, mas seguras, segundo eles.
Só por não saberem como dominar um estado que não se identifica, não isolaram o virus, não contaram as células, não descobriram o mal, não perceberam nada.
E assim, sem se preocuparem, decretaram que quem não souber voltar à vida sem amor, terá que tomar uma droga qualquer, que possa substituir o vício da paixão.
Descobriram que não se cura, e que se pode mascarar, substituindo tudo por drogas de torpôr, sem dor e sem sentido .
E quem não souber viver assim, nessa frieza de sentires, tomara um injectável bem estudado, que como efeito secundário, apenas se lhe conhece a morte lenta....



mais um texto antigo! um dos que me persegue ...


Um selo! muito obrigada , nunca tinha recebido nada destas coisas , foi-me mandado pelo blog :
http://emcatharsis.blogspot.com/ CATHARSIS. Obrigado Ana Paula :)
ao que parece tenho que indicar dez blogs que eu ache que valem a pena...vai ser difícil escolher ..mas vamos lá!
os eleitos são :
http://sofaltaumtrintaeumnaminhavida.blogspot.com/ Só falta um 31 na minha vida
http://zambezianachuabo.blogspot.com/ Zambeziana
http://littleboyj.blogspot.com/ Little Boy Junior
http://longedoceu.blogspot.com/ Longe do Céu
http://voandoai.blogspot.com/ Voando por Ai
http://omeusofaamarelo.blogspot.com/ O meu sofá amarelo
http://lesadosemgeral.blogspot.com/ Lesados em Geral
http://pequenoquiproquo.blogspot.com/ Quiproquó
http://sentidodovoo.blogspot.com/ Sentido do Voo
http://velasardemsempreateaofim.blogspot.com/ As velas ardem sempre até ao fim
http://mentedepravada.blogspot.com/ Confissões duma mente depravada
http://de-si-para-si.blogspot.com/ De Si para Si
http://susanagar.blogspot.com/ Xanax
http://maildeumlouco.blogspot.com/ Mail de um louco
http://trabalhos-da-larose.blogspot.com/ Trabalhos da Larosse
http://susanarodrigues.blogspot.com/ Wke up Litlle Susy
http://inesemafaldaconversasperdidas.blogspot.com/ Traição ...Experiências..Fluoxetina e Suposições
http://violetsecretblog.blogspot.com/ My secret Blog
xiiiii já passei a conta .. e queria oferecer a mais :( fica para a próxima :)

encontrar a chave para fechar todos os medos que se podem fechar
e...abrir porque vivemos com eles,com todos eles medo de ser livre, medo de dar liberdade, com medo de ficar prisioneiro duma liberdade qualquer que não a nossa, encontramos um dia essa chave, fechamos esses...abrimos outros...sem ter medo de nós, dos nossos sentires, o medo ... vai estar sempre lá, vai viver dentro de nós, medos velhos dão lugar a novos, mas um dia, um dia qualquer encontramos a chave para fechar os medos que nos levam a liberdade, ficam lá...
fechados ali, existindo, mas não livres, porque um dia temos que prender os medos, esses que até nos fazem viver, esses medos que nos vão fazer viver em liberdade, um dia prendemos, nunca podendo dizer que vivemos sem eles, os medos que fazem parte até dos mais destemidos, o medo é racional, e racionalizando ...
fazemos com que se tornem cada vez mais pequeninos, precisamos deles ...desses medos...para sermos livres, livres sem medo dos medos que sempre temos
um dia encontramos a chave...e só os soltamos quando nos forem precisos, porque um dia crescemos ...e crescemos sempre com eles...como dizer... não tenhas medo de amar, se os amores são cheios de medo, como dizer... não tenhas medo de viver, se a vida vive com medos, como dizer não tenhas medo de voar
se até de alturas temos medos...mas encontramos a chave para eles viverem ali atrás dessa porta ...vão estar sempre lá, sossegados, vais senti-los lá...sossegados, e tu vais aprendendo a deixá-los viver na tua vida, mas.... no lugar certo, no lugar quem tem essa fechadura, que tu podes abrir e fechar.
não tenhas medo de ter medo...porque o medo nada te faz....porque o medo ... por vezes tem medo de ti...Teresa Maria Queiroz/Janeiro 2009
Meu filho ..escrevi este texto para ti :) em Janeiro deste ano
Hoje que já voas para uma nova etapa , para um novo País..., pareceu-me que o poderia ter escrito hoje :), o misto de sensações é grande ... alegria muita! tristeza e saudade por antecipação ..muita! lágrimas e sorrisos.
Nova vida ...nova s etapas para nós :)






Amores amores de tudo. Catalogamos tentamos arquivar tentamos nominar Contamos.... e contamos...
Não sabemos! Não sabemos... nominar.
Não podemos. Não existem medidas.
Não há regras.
Não existem catálogos...
Não existe nada para nominar!!
Nos amores... Que tolos somos.... nos amores.
Todos os dias sempre sempre a tentar... arquivar amores.
Nominar e contar.
Nunca percebemos.
Que os amores...é tudo e não é nada... Não se agarram!
Não se contam!
Não se arquivam!
Sentem-se....os amores.
E mais nada....




Concentra-te no círculo central. Ao fim de algum tempo, a névoa cinzenta desaparecerá.











Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio - e eis que a verdade se me revela.
Albert EinsteinSe o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te.
PitágorasDepois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música.
Aldous HuxleyO silêncio é a mais perfeita expressão do desprezo.
George Bernard ShawNão é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão
Paulo Freire



