segunda-feira

Citação com indignação


Citação com indignação

Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros.
-- Che Guevara

e como estariam vocês depois de depositar tanta esperança na edição do vosso primeiro livro e pura e simplesmente o livro é editado com gralhas de edição em 52 páginas quando o total de páginas é de 111 qundo se deparam que um capítulo começa numa página e o título está na página anterior e que o livro se desfaz depois de manuseado ou seja as folhas soltam-se todas e depois a editora que edita o livro diz que não tem nenhuma responsabilidade e pura e simplesmente lava daí as suas mãos quando para o autor é fatal e não escapa a criticas que o envergonham não pelo texto e pela história nem pelo ritmo da escrita que modéstia à parte é boa e quem o lê gosta bastante mas sim pelo descuido em escolher o editor pois é tenho recebido emails sem conta a referir precisamente isso e agora o que se pode fazer se o livro já foi editado retiro o livro de circulação e peço desculpa a quem já o comprou ?? o que faço com a editora peço responsabilidades ou não faço nada e pura e simplesmente cumpro com as cláusulas do contrato sem protestar e deixo seguir assim ?O que fariam vocês ? tendo ainda em conta que o contratado foi eu pagar 1000 euros pela edição e eu só ter pago ainda 250 o que para a editora é suficiente para me azucrinar com o resto do pagamento mas porque nada disto me parece  justo não sei se é justo pagar mais um tostão que seja tendo em conta também que a editora nem se dá ao trabalho de me informar como estão as vendas do livro nas livrarias 
 
o que fariam ??
a vossa opinião é importante para mim pois sou nova nestas andanças e tenho um segundo livro já pronto para ser editado  
 


(mais vale escrever assim ...tudo sem pontos nem virgulas nem nada ...:( )

77 comentários:

Disse disse...

Penso que posso dar uma ajuda. (hades.ver@gmail.com) e já "conversamos".

Debor@h disse...

Puxa Teresa que chatooo! Não sei o que te dizer sinceramente. Achoq eu vc deveria cobrar satisfação da sua editora, não sei mesmo. Espero qeu as coisas se acertem e que seu livro sai da maneira como vc quer, pois um livro é como um filho né, merece toda nossa atenção e ninguém sabe melhor do que o autor.

Sobre o que é o seu livro? Fiquei curiosa haha Eu adoro livros! Beijos

Namorado da Ria disse...

Bom dia Teresa.
Pessoalmente, julgo que a forma mais facil de resolveres esse assunto, com menos gastos para ti, passa por nao lhes pagares e esperares que eles reclamem a divida. Arma-te das provas todas que conseguires e espera. Vais a ver que na hora lhes sai o tiro pela colatra.
Um beijo

Bípede Falante disse...

Recolhe os exemplares ainda não vendidos. Exige nova edição. Coloca um e-mail na dentro da contra-capa (aqui no Brasil todo mundo tá colocando) e ainda processa esses podres. Isso não se faz com um livro, com o seu escritor e com os leitores. Também estou indignada.
P.S. Mudando de assunto, está lindo o layout do seu blog!

Maria, Simplesmente disse...

Teresa, eu penso que quando alguém se compromete a fazer um trabalho, seja ele qual for, toma a responsabilidade de o apresentar com qualidade. Se não é capaz de o fazer em condições então não se compromete.
Isso só demonstra a falta de profissionalismo duma editora que não trabalha bem, que não tem a noção de responsabilidade, nem tão pouco orgulho no seu trabalho, quando sabe que a apresentação dum livro conta e muito para a sua venda.
Penso que deve informar-se como proceder, junto de quem sabe, sobre as leis quanto a serviços prestados.
Calma e informe-se.
Bj
Maria

continuando assim... disse...

obrigada a todos !!!
sim Namorado da Ria ... penso que será o melhor .... beijo

Teté disse...

Infelizmente o que não faltam por aí são editoras farsolas dessas, que depois vão à falência e os autores não recebem os seus direitos e muito menos sabem se os seus livros ainda estão à venda ou não. Acho que o Namorado da Ria tem razão no que disse.

De qualquer das formas, para a próxima é melhor não te meteres com essa editora... :)

Beijocas!

MS disse...

O que eu acho Teresa é que não deves pagar nem mais um tostão. Existe uma quebra evidente do contrato quando se falha assim tanto numa edição. Eles que se cheguem à frente e assumam as asneiras. Mas isto sou eu a falar, o gaijo que tira burriés do nariz enquanto conduz

Sonhadoremfulltime disse...

Olá teresa,
Permite que faça alguns comentários sobre o tema.
Como deves ter apercebido, também eu já editei um livro. Chama-se “Ano Louco” foi editado em DEZ de 2006, e embora tenha mais três projectos para editar ainda não o fiz.
Não agi ainda pelas razões que enumeras.
A primeira edição, de igual modo ao ser manuseado, as folhas soltavam-se e também continha erros.
O que fiz, foi que pedi uma segunda edição mais cuidada e eles reconheceram a veracidade da situação e fizeram-na suportando os custos.
No meu entender, não deves pagar o resto, enquanto não resolverem a situação.
Mas, amiga somos os palhaços pobres deste circo das editoras e como eu já tenho referido, o mercado está praticamente fechado a novos talentos e, em vez disso, cada vez mais se abre à lógica do autor-futebolista, actor-de-novela, apresentadeiro-telegénico e afins.
Não dá para imaginar o que é necessário para romper as barreiras das editoras chamadas “editoras normais”!
Após contactos com várias, a resposta é sempre a mesma. “Gostamos, mas não está dentro do plano editorial para o ano em curso. No entanto, poderemos sempre proceder a uma edição de autor.
E como já tenho referido, apenas, vão conseguindo editar, os já conhecidos, com um bom nome na praça, os que aparecem na TVI a dar entrevistas e se polémicas melhor, ou contar as aventuras de “alcofa”.
Veja-se casos bem concretos do que digo: Carolina Salgado, Paula Lee e agora por fim o nosso “macho lusitano” Ze-zé Camarinha.
Já pensei em simular um suicídio da Ponte 25 de Abril, ou barricar-me em qualquer edifício público com uma bisnaga no bolso. Certamente que apareceria nos jornais. Ou contar as minhas aventuras de sexo com alguma figura bem conhecida da nossa praça, e confidenciar que até me cortou as unhas dos pés. :)
Desculpa o testamento e a revolta, mas o país em q vivemos.
Bjo

Luz disse...

Teresa,
O que não falta por aí são situações destas e depois querem sacudir a água do capote.
Sinceramente, fazes um investimento que não apenas financeiro - ainda bem que não está todo pago! Nem deves pagar mais até ver a situação resolvida, isso não se faz, não é justo! E creio que o Namorado da Ria tem razão quanto ao que deves fazer, tens as provas, certo!? Então mãos à obra :) e, vais conseguir resolver o assunto!
Estamos aqui para ajudar também!

Bjo e força :)

Rafeiro Perfumado disse...

Se tiveres algum amigo que seja advogado, nitidamente é um caso para isso. Diria também um bando de romenos acampado à porta da Editora, mas talvez fosse demasiado.

Beijoca e não te resignes!

Smootha disse...

Sem dúvida, não lhes pagaria um cêntimo mais que seja, antes que repusessem a normalidade na situação. Ó mau trabalho gráfico e de composição (e até, ao que parece, qualidade do material) são responsabilidade da esitora. Mas tens razão: o leitor nunca se lembra de que há uma editora entre ele e o autor...
Beijo e que tudo se resolva pelo melhor

JOSÉ RIBEIRO MARTO disse...

Mas que editora é a sua ? Nós precisamos saber , por que razão se inibe de nomeá-la , e apenas nos faz chegar a nota pelo correio do blogue ?
cordialmente
_____________ JRMARTO

Natália Augusto disse...

Olá Teresa;

não pague e renegocie com a editora uma nova impressão do livro porque o erro foi dos editores e não sua. As pessoas têm de assumir os seus erros e corrigi-los.

Gostei do blogue.

Continue a lutar pelos seus direitos de autora. Muita força.

Beijos

Guida disse...

OLÁ TERESA EU PENSO QUE O MELHOR É RESPONSABILIZAR A EDITORA E NÃO LHE DEVES PAGAR MAIS NADA ENQUANTO NÃO RESOLVEREM O PROBLEMA.
UM LIVRO E O SEU AUTOR TEM DE SER RESPEITADO, POR ISSO RECLAMA E MANIFESTA A TUA INDIGMAÇÃO...
ESPERO QUE TUDO SE RESOLVA A TEU FAVOR.
BJS
GUIDA

lune disse...

Olá Teresa, o mundo está cheio de "gente amadora armada em profissional" o que não é bom para ninguém. Pessoalmente acho que devia informar-se sobre o modo de agir nestas situações e não ficar quieta, essa gente não presta e tem que ser responsabilizada. Vá até ao fim, a razão está do seu lado. Força e coragem.
Beijinhos
Lune

miúda gira disse...

olá Teresa! desculpe nunca antes ter comentado nada aqui no seu blog mas como já deve ter percebido, não sou de muitos comentários escritos (porque ao vivo e a cores ninguèm me cala), no entanto não pude deixar de dar a minha opinião sobre uma coisa que claramente é muito importante para si.Acho que a Teresa não deve pagar a restante quantia, deve tentar contactar algumas das pessoas que lhe disseram que o livro delas não está em boas condições e pedir-lho e pegar em tudo o que tiver que lhe desagrade e ir ter directamente com o editor do seu livro e tentar resolver as coisas. Beijinhos e boa sorte

b disse...

Um advogado para olhar bem as cláusulas do contrato e olhar a diferença entre o original e o que está publicado.
Caberia talvez uma indenização por parte da editora.
Não conheço as leis mas me parece que, se você contrata um serviço e não é bem servida, cabe protesto na justiça sim.
Ainda que demore, ao menos você não vai ter que pagar o restante do que deve à editora e quem sabe , eles é que terão que pagar a você o que investiu nisso?
Caberia também um pequeno comunicado no jornal de sua cidade explicando aos leitores seus que já compraram o livro.
E caberia nenhuma pressa em editar o outro livro, pois implícito está que há de ver bem a quem contrata.

pepita chocolate disse...

Confesso que não sei exactamente como se processa a edição de um livro. Apesar de um livro não ser somente obra do autor mas também da editora que o edita, não é bom para uma editora espelhar um mau profissionalismo destes.

Posso contar que já me pediram para ler um livro, talvez publicado como edição de autor, não sei precisar- e depois fazer um comentário à autora. Não fui hipócrita e acabei por lhe apontar erros ortográficos; disse-lhe que manchava o trabalho dela; apesar do livro ter o seu valor, este dissipava-se com presenças desagradáveis de português incorrecto.

Ela acabou por me explicar que o serviço de revisão de texto muitas vezes, não é trabalho das editoras. dão a fazê-lo fora e nem sempre os resultados serão os melhores.
Há quem opte por fazer uma revisão com alguém capacidade, professores de português por exemplo, para não ter de custear isso à editora e sujeitar-se a situações idênticas à que descreves.

Não sei quais foram as condições contratadas. Mas, independentemente disso, a editora não tem brio suficiente, senão evitava esta situação. porque afinal, eles constam de uma das páginas. São eles que fazem má publicidade a si mesmo, mas não te ilibam de culpa. Possivelmente, eu não pagaria mais nada até que o trabalho fosse convenientemente apresentado.

Beijoca e boa sorte!

Teresa Lobato disse...

Teresa, compreendo a tua indignação. Em tempos trabalhei com uma gráfica no acompanhamento de edições de livros e sei que tinha de andar sempre em cima deles.
O procedimento desta editora é inqualificável. Aliás, nem devia ter-te entregue os livros assim.
Para já acho que deves colocar aqui neste espaço o nome dela (não se nota na imagem). Depois deves consultar um advogado. Talvez aqueles tribunais mediadores de conflitos seja um caminho mais rápido. Nos entretantos... não pagues!

Espero que acabem por encontrar uma solução.
Se puder ser útil em mais alguma coisa...
Beijinho
Teresa

samuel disse...

O mais certo seria exigir uma rápida segunda edição corrigida e com os livros produzidos de forma competente.
Se a editora recusar, sendo que ainda por cima está a cobrar para editar um livro... então, não só não é bem o que se possa chamar uma editora, como não merece nem mais um cêntimo.
De qualquer modo, o melhor é ter uma opinião profissional, de alguém mais chegado a essa coisa misteriosa das leis e conflitos contratuais.

Abraço.

Estrela disse...

Oi Tereza! Em minha opinião não deves pagar mais nada,mas deves cobrar responsabilidade da editora.
Agradeço-lhe a visita e já estou seguindo você! seu blog é apaixonante!

vitor disse...

Não pagues nem mais um euro...a editora que assuma os erros,e faça uma nova edição

greentea disse...

em tempos escrevi um livro q gostaria de ter editado ; mas as dificuldades eram tantas e tantas que puz a ideia em standby...
ainda bem q ainda não pagaste ! Eles são obrigados a trocar os livros às pessoas q os compraram se tem gralhas e as capas se descolam - não me parece q seja problema teu mas deles e creio que até deverias pedir uma indemnização por peerdas e danos (morais e materiais)! não sou advogada mas acho que é o minimo que podes pedir , pagando é claro a verba que assumiste por contrato .
beijinhos e q tudo se resolva
vou ver se encontro um livro q esteja em mau estado para exigir a troca e fazer uma reclamação à editora...

opinião própria disse...

Acho que só faz sentido pagar o que falta se houver comprometimento da correcção das gralhas...

LBJ disse...

Também concordo com o Francisco (Namorado da Ria) e ia mais longe e expunha o caso à Deco.

Eu não tenho o teu livro comigo, mas quando puder recuperá-lo vou verificar o que me disseste.

Beijos e não desanimes.

Xantipa disse...

A Editora chama-se Temas Originais. Fiz uma busca e encontrei.
A Teresa devia receber por publicar e não pagar para publicar.
O que diz o vosso contrato?
Siga os conselhos de um advogado e tenha mais cuidado no próximo. Leia bem o contrato. Preveja essas situações e ganhe direitos de autor.
Um abraço

André Miguel disse...

Tal como todos os comentários afirmam eu também não pagaria mais um cêntimo.
As provas da falta de qualidade, a julgar pelo que diz, são mais que muitas e graves, portanto existe uma clara falta de profissionalismo por parte da editora; logo eles foram os primeiros incumpridores. Arme-se de todas as provas que possui, inclusivé os mails que recebeu a reclamar e exija uma nova edição.

elvira carvalho disse...

É associada da Deco? Se for entre en contacto com eles, têem um gabinete de ajuda e se preciso for eles tratam do assunto em seu nome. Eu só não sei se eles também fazem isso a quem não é associado, mas ainda que não tomem conta do caso, não sendo sócio pode ser que eles a ajudem no aconselhamento do que deve de fazer.
Um abraço e boa sorte.

Jane Doe disse...

Primeiro gostei da técnica de enviar mails ao pessoal para lerem o post.

Gostei que é como quem diz...

Mas pronto.

Eu nunca pagaria para editar um livro, acho (E digo acho, nao vá o diabo tece-las e eu ter de engolir as palavras). Ou gostam e aceitam o risco, ou azarinho,

E depois... numa situaçao destas acho que pegava fogo à editora. Nao pode ser? Fazer nada é que nao. Eu nao sei como funciona a lei, mas a editora tem responsabilidade pelos serviços que presta, e a impressao e redacçao foram da responsabilidade da editora, suponho.

Ou seja... lixa-os, mais que nao seja para nao pensarem que podem fazer o que querem.

Claro nao pagues mais um tostao. E guarda tudo. Toda a informaçao, todos os mails trocados, os nomes de todas as pessoas com quem falas no processo e...

Haja paciencia.

flores disse...

Teresa,

nunca aqui tinha vindo. Segui um link, e fiquei e li porque trabalho numa editora. :)

Ponto 1:

Quando a Teresa diz erros de edição, quer dizer o quê, especificamente? Gralhas? Houve alterações ao texto original? Alteraram o texto e fizeram-no mal? Ou são erros de paginação? Como esse do capítulo. Esse tipo de erros acontece, claro, como qualquer um dos outros, o que não invalida que a editora não seja chamada à responsabilidade. (E ponto final, mas importante, o livro não foi revisto.)

Ponto 2:

Assinou contrato? Se sim, estava prevista uma revisão?

Ponto 3:

E peço desculpa por ser tão crua, logo na primeira vez que aqui chego: Mas, PAGAR PARA PUBLICAR UM LIVRO? (assim, mesmo, em letras grandes tal a minha estupefacção). Isso é, desculpe-me o termo, ridículo. Há uma coisa chamada edição de autor. O autor quer publicar um livro, a editora não o quer (seja quais forem os motivos), empresta os meios e cobra pelo serviço. Mas aí o livro, a maior parte das vezes, nem sequer entra no circuito comercial. É assim uma espécie de edição para os amigos. Se a editora se compromete a publicar um livro, e o assume como seu, colocando logotipo, etc., não deve cobrar por isso.

E, ao contrário do que foi dito anteriormente, pode trocar-se um livro por estar em mau estado, por faltarem páginas, por gralhas nunca ninguém troca um livro. Pode reclamar-se, etc. mas trocar não, já que, à partida, estarão todos assim.

Peço desculpa pela extensão.

Gingerbread Girl disse...

Denuncia a editora... ninguém merece cair no mesmo erro que tu.
Acho que fixou provado que existe aqui muita falta de profissionalismo.
Devias dizer qual é a editora, para que todos ficassem de sobreaviso. ;)

*

Minhoca disse...

Eu francamente não sei que dizer, mas eu n pagaria o restante e aguardaria para ver, no entanto se calhar o melhor e consultares a opiniao de um advogado para não teres maiores gastos ainda no futuro.

Boa sorte

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
SmS disse...

Eu tb iria à Deco...arranjava 1 advogado que me lesse bem o contrato.

contacta-me lá por mail sff q eu quero obter 1 livro teu

bombocaa.n@hotmail.com

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Inês e Mafalda disse...

Ui...estou abismada. pagaste qt para editar? estou abismada. Eu editei em Março pela Corpos Editora e não paguei nada .

Tens que ler muito bem o teu contrato.

Eles não te enviaram prova do livro? Estou abismada.

Tens que fazer algo.

Qualquer coisa em que possa ajudar , estou à disposiçao. bjs

Pedro Baptista disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
continuando assim... disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
continuando assim... disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Goldfish disse...

Não faço ideia do que dizer... Mas acredito que seja uma desilusão! Há trabalhos muito mal feitos, e depois parece que não há volta a dar-lhe. Ah, e gostei do comentário do aires, que nível... Ignorar está mesmo na ordem do dia!

Nilson Barcelli disse...

Desastres parecidos com esse são muito frequentes. A maioria das editoras só querem o dinheiro e nem querem saber da qualidade dos escritores e do livro.
Por isso, eu só publicarei quando não pagar nada e, para além disso, receber um valor por edição de acordo com a tiragem. Sei que isso tem 99,99% de probabilidade de não acontecer, porque não sou ingénuo...
Se um dia mudar de ideias, serei eu o editor e distribuidor... e será tudo como eu quero.
Querida amiga, lamento imenso o que te aconteceu. Mas não pagues mais nada e exige o dinheiro de volta.
Beijos.

Manuel Cardoso disse...

Em primeiro lugar, a minha solidariedade perante um acto prepotente e tão bem encaixado neste mundo de negócios onde reina o vale-tudo.
Em segundo lugar, parabéns pelo blog, que descobri hoje. está de parabéns :)
E, agora sim, permita-me responder à pergunta. O que faria eu?
Divulgaria o nome da editora denunciando publicamente o caso; não pagaria os 750 euros a não ser que fosse obrigado por vias legais e ponderava bem a hipótese de procedimento judicial.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Calendas disse...

Ai Teresa até era para te sugerir algo mas já não vale a pena dada a quantidade de respostas que tens Vim retribuir a visitinha ao meu tasco e espero ver-te de novo Estou solidária contigo e faço greve à pontuação Beijos

MagyMay disse...

Teresa,
Não sei como ajudar-te com algo que realmente tenha esse efeito de ajuda/solução.
Deixo-te o meu abraço solidário e um beijo fraterno

Isabel Basto disse...

Ironias e a culpa é dos Romanos

Desiludida com o contrato? A culpa é das ilusões.
O contrato é excelente! Para uma das partes, bem entendido.
Obviamente a parte que o fez.
Isto é o direito romano primitivo. O código napoleónico passou ao nosso lado e de resto era muito burguês. O código alemão era um bocadinho capitalista. Agora estamos no negócio de massas.
Um contrato para quantos mais consumidores melhor.
Claro que esse contrato é feito De industria, com todo o cuidado e intencionalmente.
O consumidor, a bem dizer - é apenas o pato que assina, o ignorante.
Falou-se em tempo dos Ciganos, depois dos Chineses e agora fala-se de Direito do Consumo e Lei dos Consumidores, mas na prática, permanecem por cá os usos de Roma Antiga e os ciganos são uns senhores.
Quanto a contratos – quem compra que se cuide!
E é para cumprir mesmo que não expresse a vontade de AMBAS as partes.
Cuide-se quem assina! De lana sua cogitare (Cuidar dos próprios interesses).

Quem vendeu já não tem nada a ver com o que vendeu! Já não é deles. O que é deles agora é o dinheiro! Tem defeito? Azar. Não está em condições? Não comprasse! Visse antes. Mas, mas, mas…Tá no contrato e pronto! Assinou, não assinou? Então veja lá as letrinhas pequeninas…lá deve dizer qualquer coisa para o calar…essa situação deve estar prevista! Ora isto implica que venha em breve a ser necessário um advogado ou representante jurídico por cidadão consumidor, para cada um e todos terem protecção jurídica quando fazem um contrato.
Violentia praecedit ius. (Quem tem a força, não teme a lei)

Isabel Basto disse...

Nota de Rodapé

Se eu editasse um livro sobre análise matemática, certamente quereria poupar o máximo de papel. Iria portanto optar logo de caras por um tamanho de letra tipo "nota de rodapé" que vi num livro que comprei recentemente… Já se fosse um livro com uma história para DEVORAR de uma assentada...acho que seria um atentado à saúde oftalmológica dos leitores…Ou então, ganhava por dois carrinhos e além de poupar papel e tinta, vendia juntamente com o livro uma lupa GRÁTIS por APENAS MAIS 3.69€.

Isabel Basto disse...

I SHALL READ THIS ONLY ONCE

Se eu editasse um livro, metia um prefácio a dedicar homenagem àquele personagem da série “ALÔ ALÔ” que passava pelo café do René Artois e começava as frases com “I shall read this only once”(1), colava as páginas assim mais ou menos com o que tivesse à mão e fazia apostas no escritório a ver a quem largava mais folhas. Também divulgava um Prémio Ibérico, tipo para o primeiro leitor continental que ficasse com a capa numa mão e o resto do livro na outra…nas ilhas não, por causa da humidade…oferecia um prémio qualquer e depois ninguém sabia quem tinha ganho ou não e pronto. Tava feito. Já se fosse um livro daqueles para ler mais do que uma vez, emprestar e essas chatices que só baixam o lucro e são praticamente ilegais, bom, então cosia tudo com fio do norte e metia Norte no título, mesmo que não tivesse nada a ver. O pessoal da cola é que não havia de ficar a rir, pá!
1) nota: no original: I shall say this only once

Isabel Basto disse...

ABAIXO MUITAS COISAS, pim

Em protesto contra a numeração romana maiúscula, proponho doravante a numeração de todos os capítulos com XVCIMI, do primeiro ao último. Com títulos diferentes, ou mesmo sempre com o mesmo título. No índice colocava numeração árabe, com um pequeno texto a elogiar as qualidades deste tipo de numeração e explicar as suas origens fascinantes, porque se é só para enumerar os capítulos, os romanos obrigam ao cuidado de verificar a numeração e não sei quê - isso não tem pés nem cabeça. Chinesices!
Também me incomoda um bocadinho a coisa das vírgulas, pontos finais e isso. Por mim, pura e simplesmente não os uso, excepto quando escrevo. Se fosse editora, organizava uma conferência de imprensa, convidava catedráticos e doutores honoris causa de qualquer coisa e anunciava uma revolução de Abril na escrita do Português, para facilitar a penetração do acordo ortográfico, promover a aprendizagem do Português por todos os PALOPS e não só, e que se impunha por direito e mérito próprio e pelo uso corrente deixar ao leitor a LIBERDADE de pontuar como bem entender quando estiver a ler, eliminava os pontos finais e exterminava a letra maiúscula para DEMOCRATIZAR a escrita, até agora imbuída de fascismo! E interrompia as frases a meio e passava o resto para a linha de baixo, em defesa da aniquilação de toda e qualquer HIERARQUIA no mundo da sintaxe. E acabava com a SUBJUGAÇÃO dos artigos e pronomes pelos verbos, acabava com a falsidade da harmonização das formas e com as mutilações medíocres a que são sujeitos, por simples capricho e maldade nacional. Libertava a Faixa de Gaza dos clíticos e acabava com qualquer possibilidade de se voltar a fazer-o (qual fazê-lo, isso até é uma agressão ao palato…) …já se fizesse isso tudo convencida de que estava a editar em bom Português, variedade europeia, norma padrão, etc… não gostaria nada de reencontrar a minha professora da primária na rua.

Isabel Basto disse...

O CONTO DO VIGÁRIO

Se eu editasse um livro de outra pessoa, pelo sim pelo não, dava uma olhadela…quanto mais não fosse, por curiosidade…não garanto que contratasse uma equipa de linguistas, mas pelo corrector ortográfico do Word, pelo menos, era capaz de o passar…digo eu, não sei, se calhar estaria muito ocupada com outras coisas mais importantes, até porque de facto isso não me traria mais lucro e fazia-me gastar muito tempo e se calhar até algum dinheiro, num País onde tanta gente nem percebe nada de Português. Isso não interessa nada. Siga que se faz tarde. Em último caso posso sempre defender-me e dizer depois que a culpa foi mas é do autor, que é praticamente analfabeto e um grande patife e aldrabão, que eu só depois é que pude constatar os erros, para minha grande estupefacção e consternação! Até me fica bem acrescentar que só editei as coisas dele por pena, vá, porque sou boa, basicamente, gosto de fazer as vontades às pessoas que não conheço de lado nenhum e que assinam contratos comigo…E coitadinha de mim até fui enganada! Caí no conto do vigário, porque o infame me GARANTIU que estava tudo impecável, para não mexer uma palha! Claro que eu, crédula, inocente e de boa fé, face a esta exigência, pronto, enfim…portanto, que siga para Bingo e venha outro…Quantos são? Quantos são?

continuando assim... disse...

OBRIGADA A TODOS !! pelos vossos comentários , que aqui estão todos publicados, com a excepção de um que consiferei demasiado ofensivo .
o qual já fiz saber ao seu autor.

Quamto ao senhor que se apresenta como Anónimo, assinando simplesmente Aires Gouveia...não me dando qualquer possibilidade de responder, senão por aqui.... Repare bem , o mundo não gira à sua volta, e por ventura, embora com alguma razão num ou noutro aspecto, o senhor está aqui completamente deslocado .
Se entendeu , ou percepcionou bem... não se trata de nenhuma queixa , apenas de indignação :)
E desde já obrigada pelos elogios ao meu blogue ,este, que a seu ver nem salva uma linha, mas no qual o senhor insite em escrever

Não deixando que este senghor monopolize toda a minha atenção, por aqui termino a minha resposta, tendo em conta que haverá opiniões que me merecem muito mais atenção .


A todas as outras pessoas que me comentaram , até já, vou ter todos os comentários com a devida atenção e já vos repondo , com todo o tempo do mundo ! beijos para vocês :)

(só não podia deixar em branco este comentário que me foi feito, mascarado de anonimato..eu até tenho um nome para isso!! mas não sei se o sei escrever :) )

Ritinha disse...

bem nao sei o que pode fazer mas sei que gostava muito de ler o livro :D

beijinho e boa sorte na resoluçao deste problema

Namorado da Ria disse...

Olha ja nao sei se estou mais indignado com a tua triste sorte, se com esse tal de anonimo, cujo adjectivo adequado tu temeste nao saber pronunciar, mas a quem eu chamo cobarde e pau mandado, num comentario que vai sem acentos, porque estou a escrever num teclado estrangeiro e esse gajo nem me merece o trabalho de passar isto ao corrector.
Entao quer dizer, a inexperiencia do consumidor justifica a vigarice de quem presta servicos?! Entao eu, que vendo comida tipica portuguesa aos americanos, passo a servir-lhes peugas suadas com feijao branco, em vez de tripas a moda do porto e depois defendo-me com a ignorancia dos coitados? Vivemos num pais transformado num covil de ladroes isso sim!!! Que fazem o que querem e lhes apetece, por saberem que a nossa justica e uma merda, um escarro, criada e constantemente rectificada para proteger os vigaristas, a comecar por quem escreve as leis.
Nao pagues mais nada e fazes muito bem em mandar emails a toda a gente para que leiam este post. Denuncia a incompetencia e a pouca vergonha dessa gente! Se quiseres, posto-o tambem no meu blog.
Um beijo.
Francisco Vieira (e o meu nome nao e ficticio)

Joaquim Lucas disse...

Bem, a situação que contas é surrealista. Em tempos, aquando da publicação de um livro meu por uma editora (não foi edição de autor), escrevi este texto no meu blogue, caso queiras dar uma vista de olhos:

http://cartoriomental.blogspot.com/2008/02/publicar-uma-primeira-obra-em-portugal.html

Mas não chega nem de perto aos problemas com a tua edição. Ainda para mais paga por ti. Mas lembra-te que tens direitos, até como simples cliente ou consumidora, e eles não foram minimamente salvaguardados.

Cumprimentos.

Sonhadoremfulltime disse...

Olá Teresa,
por falta de tempo não tinha entrado desde ontem altura em que fiz o meu comentário. Agora deparei-me com alguns comentários de extremo mau gosto e completamente desfasados da realidade.
Estive a ler e olha... de facto existem cabeças e cabeçorras.
A minha opinião já foi dada.

Beijo

Girl in the Clouds disse...

Olá Teresa.
Tenho pena que esta história tenha acontecido.
Espero que tudo corra pelo melhor.
Beijinhos

innername disse...

alguma coisa está mal, aí.
Os erros eu vi mas folhas a despencarem, comigo não aconteceu. Se pagaste 250 euros e ainda te faltam 750, vai com cuidado e não pagues, sem que eles façam o trabalho deles de casa. Afinal, pagar é por um serviço bem feito. Já chega teres que pagar pra editar, agora editar e sair com erros, confesso que tb não gosto. E os direitos de autor onde estão?

continuando assim... disse...

innername , de facto as folhas caiem ao fim de algumas leituras.... enfim ...
não gostei de nada , mas o que é pior em tudo isto, é que só reparas que nada está bem , passado algum tempo do livro ser publicado, como é óvio :)

antes disso ... é tudo uma maravilha

Ainda agora me disseram que andaram na FNAC de Santa Catarina no Porto , e não encontraram o livro ...

bj

continuando assim... disse...

obrigada Sonhador ... há cabeças assim... e piores ainda, e parece terem direito a opinião, mas são sempre tão "poucochinhos" ...

Tal como tu sei o que é sonhar, pena que haja quem não saiba e se passeie pela vida duma forma obscura , anonimato cobarde , com direito a opinar :)
beijinho

apenas me indignei, e parece que tenho esse direito :)
um obrigada muito grande pelo teu comentário

continuando assim... disse...

Rafeiro Perfumado ... um bando de Romenos agrada-me ...:) :)

João Carlos Brito disse...

"o mercado está praticamente fechado a novos talentos e, em vez disso, cada vez mais se abre à lógica do autor-futebolista, actor-de-novela, apresentadeiro-telegénico e afins".
gostei da frase de sonhadoremfulltime. até porque é minha...
João Carlos Brito

Luz disse...

Teresa,
Sinceramente que injustiça alguns comentários que aqui foram feitos! Mas isto é assim, as editoras querem encher-se e, quando aparece alguém que edita pela primeira vez, toca a aproveitar, mas o trabalho deles é indecente e depois vêm com desculpas. Só tenho pena é que certas pessoas que editam na mesma editora tenham um tratamento vip e, outros não, mas enfim, é o país que temos! Curioso é agora todos virem atirar pedras e dizer mal, é sempre assim. Não desistas dos teus direitos, mune-te das provas todas, tuas e da editora e avança para a Deco, pede aconselhamento jurídico, tens os teus direitos, não temos apenas deveres e obrigações, é de ambas as partes, por isso, vamos a fazer justiça, ainda que no nosso Portugal à beira mar plantado, o país dos brandos costumes a justiça seja de facto muito branda e injusta, não existe e, eu sei bem do que falo! O que diz o Francisco Vieira é muito acertado, não dessitas e, também não aceites certos comentários, isto é, não os alimentes, não merecem!
Imagino que não esteja a ser fácil este momento, mas força :)

Beijo

continuando assim... disse...

flores, li com atenção o que me disse em relação aos processos de edição
o que suscitou algumas dúvidas ...

se quiser contactar-me por mail

queirozteresam@gmail.com

obrigada

continuando assim... disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
nuno disse...

As gralhas e erros acontecem até em editoras de maior nome e mesmo depois de muitas revisões, mas tantas assim é demais e a responsabilidade é, evidentemente, da editora. Se há exemplares que se desfazem com o manuseamento, creio haver também aí matéria judicial em defesa da autora que pagou por um serviço mal efectuado pela editora.

continuando assim... disse...

a editora sentiu-se incomodada pela presença do meu "filho" no canto superior direito do blogue, e por isso, me chamou a atenção ... num post que publiquei

Não querendo melindrar ninguém ... e como uma boa mãe que zela pelos interesses do seu filho , foi retirado

O LOBO de....POTT disse...

Vê lá se te acalmas.Que chatice,sempre a resmungar.Vamos lá ter calma.
Gostaste dos selinhos?
As meninas estão todas a por.
Quem é amigo?
O LObo,claro

Um beijo sua maluca

continuando assim... disse...

Isabel , só tu ... agora me farias rir :) :)

é isso mesmo , responsabilidades para quê ?? para quem?? como??!!
...então foi a senhora que fez .... e tal ... e coiso
e o seu mail diz isto e aquilo ...

No fundo temos pressa de editar !! muita pressa, e aproveitamos a ilusão da senhora e vamos embora que se faz tarde ! e o que interessa é receber o dinheiro dos livros que se vendem no lançamento ( que iriam ser para aí uns 100, porque os lançamentos corriam muito bem ... bla bla bla bla )

Tu sabes como correu o meu ... :(
mas eu MORRIA se não editava já ... mea culpa mea culpa !!!

e por isso "comprei" um serviço , um serviço que me indignou , um serviço não de pratos ou copos, mas de edição de um livro, o sonho de tanta gente, o meu sonho feito realidade
galvaniza a coisa
e o serviço vinha com "defeito"...AZAR, mesmo..agora depois do leite derramado...

vou continuando assim...

Madalena Silva disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
continuando assim... disse...

Dona Madalena Silva , rejeitei o seu comentário unicamente porque não tem qualquer identificação.
Se reparou com atenção , apenas estou indignada , e não me parece que tenha mencionado ... em nehum momento, nem editora , nem o livro em questão.
Só porque não me parece o sítio indicado para o fazer... apenas indignação .

Com todo o respeito li o que escreveu , se quiser o seu comentário publicado, terá que não ficar apenas atrás dum "nome" , sem qualquer tipo de possibilidade de resposta .

O que aliás como , disse o Francisco , é de facto um acto menos nobre .

Como tal , todos os comentários anónimos serão retirados do blog

Obrigada

continuando assim... disse...

anónimos , de pessoas que não conheço, óbviamente

Pedro Baptista disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
continuando assim... disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
buga daz coubz disse...

boas teresa.

o episodio que relatas não é algo que me seja estranho...
não são raras as vezes em que as editoras, sejam elas de livros, musica, ou de outra coisa qualquer, tenham esse tipo de comportamentos para com as pessoas, artistas, que com eles colaboram (ou será que devia dizer se submetem?!?!?!?!)
é triste que exista uma merda como por exemplo o "deposito legal" que é o que obriga a quem quer imprimir um livro, como no teu caso, a submeter-se a uma editora. mas mais triste que isso é que a porcaria da editora não tenha sequer o minimo respeito plas pessoas, para ter o minimo de atenção, numa edição "sua" mesmo quando, me parece a mim, tenhas sido tu a pagar tudo do teu bolso e eles apenas se tenham preocupado em meter o seu carimbo de "mecenas" sem se preocuparem com esses pormenorzinhos como a qualidade da impressão, as gralhas a que te referias... uma revisãozita teria sido util, para não dizer imprescindível...
só espero que no contrato a editora não te tenha "roubado" os teus direitos como autora do livro! coisa que infelizmente tambem é muito comum de acontecer... eu pessoalmente não gosto (nem lido) com esse tipo de personagens!
prefiro fazer as coisas eu mesmo, pode dar mais trabalho, mas plo menos assim, sempre somos nós que controlamos a qualidade das coisas, e se estivermos descontentes, podemos sempre exigir a coisa feita com a qualidade que se acha adequada...
enfim...
é triste que isto se passe assim, e mais triste que se continue eternamente assim...
mas tal como te disse... tou cansado de ouvir historias semelhantes á tua, o que me deixa muita triste...

sugestão...
poderias pedir a quem comprou o livro para "bombardear" com emails a editora a criticar os factos descritos, as gralhas, as paginas que se separam como se de papel higiénico fossem... ou poderias tu reenviar-lhes esses mails (embora ache que teria mais impacto serem as próprias pessoas a fazelo...)

enfim...
espero que continues assim, apesar de todas as merdas com essa editora, e espero que daqui para a frente as coisas te corram de feição, e o contrario para a tal editora/abusadora que pretende lucrar com o teu trabalho

bjs e força

buga

continuando assim... disse...

João!!! como estás ? por onde andas... :) ?

é isso mesmo ...mais que se submetem ...

ninguém entra neste barco com os olhos completamente fechados, é mais semi.cerrados

e eu continuo assim...

foi só um acidente de percurso
beijos